
As águas me chamam
E clamam pelo meu corpo
Submerso, inerte , imerso
Em escuridão
Profundo rio sombrio
Lança-me o desafio
Mergulhar, residir
Encontrar o perdão
Jazigo, abrigo do aflito
Jazigo, abrigo do aflito
Gélida morada, inacabada
Planando na água
Planando na água
Atada em solidão
Caminho na margem
Na direção da miragem
Que acena ao fundo
Amuleto em mãos
Recebe-me morte, entrego-me a sorte
Pouso e repouso de olhos aberto
Tão fundo e tão perto
Rumo a redenção
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